Informática na educação
Prezados amigos
na minha experiência de professor da disciplina de "Educação a Distância", "Informática em Educação", Coordenação de uma Especialização de Comunidades Virtuais de Aprendizagem e de trabalho diário com a Educação a distância - coordenação pedagógica, planejamento, tutoria e elaboração de material didático, tenho concluído que um dos obstáculos principais para o desenvolvimento da utilização das NTIC na educação vem do convencimento das pessoas que sabendo ligar e desligar o botão já são peritas no assunto. O famoso esperto (em terra de cegos quem tem olho é rei) que como sabe dominar a tecnologia, é visto como um Deus pelos restantes que deixam para ele esse "pepino" das tecnologias. Como ele sabe da tecnologia mas não sabe da pedagogia, aí as atividades propostas limitam-se aos aspetos operacionais que transformar o computador numa máquina de escrever, ou de fazer apresentações bonitas. Reparem que isso acontece mesmo nas melhores escolas privadas (talvez até mais nelas).
A formação dos profissionais fica ao mesmo nível operativo. Se analisarem as ementas das disciplinas de introdução à informática das graduações e dos cursos de formação básica e permanente de professores, ou ficam pelo nível do operador, ou então falam abobrinha do tipo: "é importante", "é fundamental" mas fogem do que "como fazer....." quando "pega para capar" o professor sabe que é bom para o aluno, mas não sabe como fazer e aí não faz.
Digo normalmente que a primeira coisa a fazer para levar as NTIC para dentro da sala de aula com justificativa pedagógica de qualidade, é "quebrar a cabeça dos professores" levando-os a compreender que eles não estão preparando alunos para o final do ano. Eles estão educando alunos para uma vida social e profissional daqui a 10 - 15 anos.
Lembrei-me agora...
Como é possível que uma instituição de ensino superior estadual no curso de pedagogia, permita que um aluno entre na sala egresso do curso, sem nunca ter contato com um computador?
Como é que em média apenas 15 alunos se inscrevem por ano para a disciplina de Informática em educação e Educação a Distância. Para não falar nos anos em que a turma com menos de 10 inscritos não abre.
São reflexões que lanço sem desejar esgotar o assunto, nem ser o dono da verdade
É bom aprender com vc
respeitosamente
João Fonseca (participação na lista de disucssão - eac_tec_comunic_aprend
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 16h56
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Internet na Educação e Aprendizagem Colaborativa
Bernie Dodge foi criador do modelo WebQuest em 1995, com a proposta de aproveitar o conteúdo disponível na Web.
A criação de Dodge é um dos termos educacionais mais populares da Internet. WebQuest está em segundo lugar entre as expressões educacionais mais citadas na Web (registrava, no Google, 843.000 entradas dia 27 de abril desse ano, ficando atrás apenas de Lesson Plan, citada 2.200.000 vezes). Esse número impressionante, é um sinal de que WebQuest é uma criação que conquistou mentes e corações dos educadores em todo o mundo.
Em geral, uma WebQuest é elaborada pelo docente, para ser solucionada pelos alunos, reunidos em grupos. Estes são avaliados pelo professor, e um texto de conclusão sobre o trabalho realizado é produzido. Atualmente, existem mais de dez mil páginas desse tipo na Web, com propostas de educadores de diversas partes do mundo, como EUA, Canadá, Islândia, Austrália, Portugal, Brasil e Holanda, entre outros países.
Para um usuário da rede mundial de computadores, aparece como um tipo de webpage. Mas ela não é só isso. Uma boa WebQuest, além de sua face visível na Internet, é uma proposta educacional que dá vida a alguns princípios importantes: aprendizagem cooperativa, educação autêntica, espírito crítico, desenvolvimento de habilidades sócio-cognitivas. Merece destaque maior a questão da aprendizagem cooperativa: WebQuests bem feitas criam ambientes de aprendizagem em que os alunos aprendem em atos de cooperação cognitiva dentro de uma equipe de trabalho. Essa orientação é muito importante para formar cidadãos que saberão construir e compartilhar conhecimentos no trabalho e na vida.
Uma característica importante do modelo criado por Dodge é a questão da autoria. Boas WebQuests não são necessariamente páginas muito bem acabadas na Internet, mas são sempre propostas educacionais sintonizadas com o que há de mais avançado nos campos da pesquisa sobre aprendizagem humana.
Fonte: A adaptado da notícia do Senac a propósito da palestra “Internet na Educação e Aprendizagem Colaborativa” realizada na instituição
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 16h49
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Biblioteca sem livros
Universidades trocam livro por biblioteca virtual Instituições investem em "centros de informação online 24 horas" Os estudantes que freqüentarem a Universidade do Texas encontrarão algo faltando na biblioteca dos estudantes neste outono. Livros. Até meados de julho, disse a universidade, quase todos os 90 mil volumes da biblioteca serão dispersados em outras coleções universitárias para abrir espaço para um centro de informação eletrônica 24 horas, um fenômeno que está se espalhando rapidamente e que está transformando a pesquisa e o estudo em campi de todo o país. "Nesta América em busca de informação, eu não conheço ninguém que preferiria construir uma biblioteca apenas para livros", disse Fred Heath, vice-reitor-adjunto das Bibliotecas da Universidade do Texas, em Austin. A nova versão dela incluirá "suítes de software" - módulos com computadores onde os estudantes poderão trabalhar colaborativamente a qualquer hora- um centro expandido para preparação de aula, e um centro para treinamento em informática, assistência técnica e reparos. Tais laboratórios de aprendizado digital, equipados com bibliotecários, professores e técnicos especializados em Internet, têm ganhado espaço nas bibliotecas universitárias tradicionais desde que apareceram na Universidade do Sul da Califórnia, em 1994. À medida que mais textos se tornam disponíveis online, as bibliotecas têm transferido materiais menos utilizados para depósitos externos. Mas especialistas dizem ser simbólico uma importante instituição de ensino como a Universidade do Texas esvaziar uma biblioteca de livros para substitui-la por um complexo eletrônico. A tendência está sendo movida, disseram acadêmicos e bibliotecários, pela necessidade cada vez menor de bibliotecas para alunos, muitas das quais construídas quando as principais bibliotecas de pesquisa eram reservadas para alunos formados e para o corpo docente. Mas tais distinções há muito tempo ruíram, com as bibliotecas de pesquisa abrindo suas prateleiras, deixando as bibliotecas de alunos como anexos cada vez mais insignificantes, contendo coleções repetidas e estantes de leitura leve. Heath disse que a remoção dos livros fez alguns membros do corpo docente levantarem a sobrancelha e provocou ansiedade entre os funcionários da biblioteca. Mas ele disse que as preocupações são desnecessárias. "Livros são o ícone fundamental dos esforços intelectuais", disse ele, "a comunicação erudita de nosso tempo". Assim, ele disse, falando da biblioteca, "se você a transfere, há uma aflição, um sentimento de perda". Ele acrescentou que os livros foram apenas distribuídos dentro do sistema de bibliotecas da universidade, um dos maiores do país, lar de cerca de oito milhões de volumes e crescendo em 100 mil por ano. Livros de referência básica como dicionários e enciclopédias permanecerão. A mudança, disse Heath, liberará cerca de 560 metros quadrados no Centro Acadêmico Flawn de quatro andares, que foi inaugurado em 1963. "Eles vivem em um mundo eletrônico", disse ele sobre os alunos. "Nós falamos sobre um dia das 9 da manhã às 5 da tarde, mas eles trabalham em um horário fundamentalmente oposto, das 9 da noite às 5 da manhã." Os estudantes da Universidade do Texas, entrevistados enquanto estudavam ou descansavam nas mesas da biblioteca, disseram que apreciariam um espaço adicional para computadores e que de qualquer forma pegavam a maioria de seus livros na Biblioteca Perry-Castaneda, bem maior. Mas alguns disseram que gostam da seleção popular da biblioteca dos estudantes e que temem a perda de um espaço familiar e agradável. "Bem, isto é uma biblioteca -supostamente deve haver livros nela", disse Jessica Zaharias, uma aluna do último ano de administração que estava estudando para as provas finais. "Não há como substituir livros. Há muitas bibliotecas onde há salas de estudo. Este é um local agradável para os estudantes virem. Ele é central no campus." Zaharias disse que freqüentemente retira livros da biblioteca dos estudantes, incluindo recentemente "It's Not About the Bike" de Lance Armstrong e "Apanhador no Campo de Centeio". "É triste", disse ela sobre a transferência. Os funcionários da biblioteca disseram que foram pegos de surpresa quando foram informados no mês passada da conversão, que foi como a notícia veio à tona. Em um retiro poucas semanas antes, eles debateram formas para melhorar o serviço e economizar dinheiro. Eles disseram que lhes foi prometido novas funções após a conversão e que temiam falar publicamente para não colocarem em risco seus empregos. Muitos especialistas disseram que a Universidade do Texas está seguindo uma tendência em aceleração. "A biblioteca não é tanto um espaço onde livros são guardados, mas onde idéias são compartilhadas", disse Geneva Henry, diretora executiva da iniciativa de biblioteca digital da Universidade Rice, em Houston, onde qualquer um pode acessar e acrescentar material de curso em um programa chamado Connexions. "Se trata de ter uma conversa em vez de procurar um livro.""Nós estamos ensinando os estudantes sobre como pesquisar", disse Henry. "A primeira reação é usar o Google. Mas eles precisam validar sua informação e ir mais a fundo." Carole Wedge, presidente da Shepley, Bulfinch, Richardson & Abbott, uma firma de arquitetura em Boston, que redesenhou dezenas de bibliotecas universitárias para a era da informática, disse que a maioria foi construída décadas atrás "como caixas para guardar coleções impressas". O desafio, disse Wedge, é adaptá-las para o que chamou de "cultura Barnes & Noble, tornando leitura e aprendizado uma experiência indistinta". Raramente os alunos de hoje procuram o número do livro e o caçam nas estantes, disse ela. Agora eles entram online e podem acabar com um livro, mas também com um DVD ou outra mídia. Mas, ela disse, "é improvável que surjam bibliotecas sem livros por muito tempo". De forma significativa, os bibliotecários apóiam a tendência. "Há uma verdadeira transição em andamento", disse Sarah Thomas, ex-presidente da Associação das Bibliotecas de Pesquisa e bibliotecária da Biblioteca da Universidade Cornell, em Ithaca, Nova York. "Isto não quer dizer o fim do papel e dos livros. Eles são sagrados, é claro. Mas mais e mais estamos entregando material para o usuário em vez do usuário vir à biblioteca para pegá-lo." A Universidade do Sul da Califórnia, que celebrou o 10º aniversário de seu centro eletrônico, chamado Gateway, em outubro passado, mantém cerca de 80 mil livros à mão na Gateway, apesar de outros milhões estarem disponíveis nas 15 outras bibliotecas da universidade, disse Lynn O'Leary-Archer, diretora das bibliotecas da universidade. Centros digitais semelhantes foram construídos na Universidade Emory, em Atlanta, na Universidade da Geórgia, na Universidade do Arizona e na Universidade de Michigan, e muitos outros estão a caminho. A Universidade de Houston, que está dobrando seu espaço de biblioteca, é especializada em publicação de material acadêmico online. "Esta é uma nova geração, nascida com um chip", disse Frances Maloy, presidente da Associação de Bibliotecas Universitárias e de Pesquisa e líder de serviços de acesso da Emory. "Um estudante manda um e-mail às 2 da madrugada e se pergunta às 8 da manhã por que o professor não respondeu. Nós estamos em uma era realmente diferente." Maloy elogiou a iniciativa da Universidade do Texas como significando que "uma grande universidade, com uma coleção fabulosa de livros, reconhece que esta é uma era digital".
Fonte: Uol (The New York Times) 14/05/2005
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 15h50
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Viver da Sociedade da Informação
Assistir à televisão, falar ao telefone, movimentar a conta no terminal bancário e, pela Internet., verificar multas de trânsito, comprar discos, trocar mensagens com O outro lado do planeta, pesquisar e estudar são hoje atividades cotidianas, no mundo inteiro e no Brasil. Rapidamente nos adaptamos a essas novidades e passamos - em geral, sem uma percepção clara nem maiores questionamentos - a viver na Sociedade da Informação, uma nova era em que a informação flui a velocidades e em quantidades há apenas poucos anos inimagináveis, assumindo valores sociais e econômicos fundamentais.
Fonte: Livro Verde da Sociedade da Informação no Brasil, publicado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia em 2000.
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 10h52
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De olho na pirataria...
Copiar, reproduzir ou vender produtos alheios sem respeitar os direitos e a vontade dos criadores e donos originais. Essa é basicamente a definição de pirataria, prática ilegal que vem sendo muito difundida e discutida ultimamente, mas que já incomoda a sociedade há séculos. Algumas das grandes invenções da humanidade tiveram a paternidade disputada, e mesmo copiada, por várias pessoas. Todas sempre competindo para obter o reconhecimento legal, intelectual e financeiro sobre as obras.
Foi assim com o rádio, o avião, o telefone e, antes de todos, com a prensa. Seis inventores disputavam a autoria do artefato, que finalmente coube ao mestre gráfico alemão Johannes Gutenberg (1400-1468), responsável pela reprodução em série das primeiras bíblias. Em menos de 50 anos, no entanto, as primeiras edições extra-oficiais do livro sagrado já estavam circulando pela Europa.
"A história sempre se repetiu. Quando os homens puderam, usaram a força ou a cópia para conseguir o que buscavam", explica Nehemias Gueiros Jr., advogado especializado em direito autoral e professor da Fundação Getúlio Vargas. De acordo com ele, as pessoas continuam fazendo isso, muitas vezes sem saber. "É o caso de quem copia softwares do computador dos amigos ou baixa músicas da internet", exemplifica. "Hoje as legislações contemplam o assunto e prevêem penas variáveis para quem participar dessas fraudes, incluindo o consumidor final", adverte Gueiros Jr.
Essa proteção legal está ganhando cada vez mais força no país, mas acaba praticamente anulada pela ausência de uma fiscalização intensa e eficiente. No caso das falsificações em larga escala, o problema é ainda mais grave. Ousados, os grandes fraudadores se apropriam de produtos famosos e armam esquemas milionários para importar, produzir e vender as mercadorias clonadas em locais públicos. Indústrias são construídas em vários pontos do país e abastecem o mercado, o que provoca um rombo estimado em R$ 10 bilhões por ano na arrecadação de impostos, como apurou a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada este ano na Câmara Federal.
A lista de produtos falsificados inclui brinquedos, cigarros, roupas, bebidas, fitas cassete, equipamentos eletrônicos, perfumes, relógios, tênis, softwares e até mesmo preservativos. Outras modalidades desse tipo de fraude também funcionam no país, mas por não necessitarem de uma estrutura montada são de controle quase impossível para a polícia, como a reprodução de livros.
"A pirataria, de qualquer tipo, destrói empregos, diminui a arrecadação de impostos, fortalece o crime organizado, suja a imagem dos produtores oficiais e ainda ludibria o consumidor, que recebe gato por lebre", diz Gueiros Jr. Alguns fatores favorecem a prática, como o desemprego e a conseqüente busca pelo trabalho informal, os roubos de carga, a corrupção de fiscais, a sofisticação das quadrilhas e o sistema tributário brasileiro, que muitas vezes torna a produção de bens excessivamente cara. Por não haver um motivo específico, o controle se torna tão difícil, na opinião do advogado. O problema, para ele, é agravado pela popularização da tecnologia de informação, que se alastra e facilita a pirataria digital. "Todos os esforços legais, políticos e econômicos que forem adotados para o controle dessa prática serão poucos diante da urgente necessidade de uma política mundial voltada para o problema, tão sem fronteiras quanto a própria internet."
Fonte: Revista Nova Escola Edição Nº 167 Novembro de 2003
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 21h39
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Como fazer uma boa busca na internet
Conhecendo o funcionamento e os macetes dos sites de busca, você navega pela rede com mais precisão e pode ensinar aos alunos a peneirar as informações
Ouando você vai fazer uma pesquisa na biblioteca, tem na cabeça um tema e muitas perguntas. Para responder a todas elas, começa procurando uma boa bibliografia. Na internet é mais ou menos a mesma coisa. O que muda é a maneira de encontrar o que você precisa. Se não há livros numerados nas prateleiras, organizados por assunto ou autor, o jeito é saber como chegar às fontes de informação disponíveis na rede mundial de computadores. O canal são os diversos sites de busca grátis. Para usá-los bem, é preciso conhecer alguns recursos.
Se você quer encontrar resenhas de grandes romances brasileiros, por exemplo, não adianta pesquisar por romances. Além de o resultado ser amplo demais - retornam mais de 1,5 milhão de páginas -, a maioria dos sites é em inglês e muito deles têm mais relação com amor e sexo do que com Dom Casmurro, de Machado de Assis. É necessário peneirar os resultados. Primeiro, pesquisar apenas em páginas do Brasil. Só com essa estratégia, o universo da busca cai para 115 mil. Dá para ir além. Digitando romances Brasil resenhas (não é necessário usar "e"), a seleção fica em 3 mil páginas e já é possível encontrar bons textos.
Sinais que indicam o caminho
Alguns códigos são essenciais quando o foco da procura é alguém famoso ou algum termo com mais de um significado. Confira abaixo.
Aspas (" ") Ao procurar informações sobre um educador importante, como Paulo Freire, coloque o nome todo entre aspas. Assim, o mecanismo de pesquisa percorre a rede atrás de documentos que apresentem apenas as palavras Paulo e Freire juntas.
Subtração ( - ) Se o objetivo é encontrar dados sobre um presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso (FHC) apenas como sociólogo, utilize o sinal de subtração (-). Entrando no Google (www.google.com.br) com o nome completo entre aspas, o resultado traz 183 mil páginas. Nelas estão incluídas citações sobre o trabalho de FHC também como presidente da República. Escrevendo "Fernando Henrique Cardoso" -presidente, a pesquisa retorna 34 mil textos.
Adição (+) É possível refinar ainda mais a busca usando o sinal de adição (+). Ao digitar "Fernando Henrique Cardoso" -presidente+sociólogo, somente 534 páginas são encontradas. E a primeira da lista já aborda a atuação de FHC como sociólogo.
Intitle Para buscar apenas sites que contenham a palavra requisitada no título, o código a ser usado é intitle (dar título, em inglês). Para pedir documentos com o termo tsunami, por exemplo, escreva intitle:tsunami. Dessa forma, serão selecionados apenas sites que sejam focados realmente nas ondas gigantes.
Cuidado na análise do resultado
Ao avaliar o resultado da pesquisa, considere o porquê de um site aparecer antes dos demais. "Nem sempre o primeiro endereço indicado é o mais interessante", explica Nelson Pretto, diretor da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia. Veja o que levar em conta na hora de optar pelas páginas que irá utilizar.
Critério de exibição As ferramentas de busca vasculham a web em segundos e trazem a informação mais relevante segundo normas próprias. "Entre os mais de 100 critérios com pesos e análises diferentes, estão o número de vezes que cada link já foi clicado por outros internautas e a ocorrência da palavra no nome da página", explica o especialista Thiago Rodriguez, gerente de marketing do site BuscaPé. Há também fatores comerciais. "A maioria dos buscadores cobra para que um site apareça entre os primeiros dez resultados em casos de pesquisa por determinadas palavras", alerta Thiago.
Data A data de publicação da página é outro dado importante se a procura for por notícias. Há risco de os sites exibirem informações desatualizadas.
Assinatura Observando o endereço da página, é possível ter uma idéia da credibilidade do conteúdo. As extensões .gov (governamentais), .org (instituições sem fins lucrativos) e .edu (universidades, fora do Brasil) são mais indicadas. A extensão .com, que é a mais comum, abriga de tudo - muita bobagem, mas também sites de jornais e revistas. "É importante observar ainda quem é o responsável pela página. Para conhecê-lo, procure o link quem somos", afirma o jornalista Marcelo Soares, da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo.
Diferentes jeitos de pesquisar
Os consultores recomendam fazer a pesquisa em, no mínimo, três sites. De acordo com Nelson Pretto, a experiência fica ainda mais interessante quando um único tema é pesquisado de diferentes maneiras. É possível encontrar textos de natureza diversa sobre a morte da freira Dorothy Stang - ocorrida no Pará em fevereiro - modificando a forma de pesquisa. Veja os exemplos:
"Dorothy Stang" +blog +paraense - um dos primeiros resultados é um texto informal, cheio de adjetivos, de uma jovem moradora da Região Norte. "Dorothy Stang" +jornal - chega-se a um texto jornalístico e não opinativo. "Dorothy Stang" +análise - o mecanismo traz textos de especialistas que analisam o assassinato. "Dorothy Stang" +trabalhadores - a busca leva à página do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, que descreve o caso criticando o governo.
Fonte: Revista Nova Escola edição 181 - abr/2005
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 21h33
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Os 10 mandamentos do Movimento Internet Segura
1) Proteja seu computador Tenha instalado antivírus (de preferência atualizado automaticamente, porque nós temos a tendência de esquecer de fazer as atualizações manualmente), um firewall e um anti-spams.
2) Não forneça senhas Nunca informe qualquer senha para qualquer pessoa ou para qualquer pedido de cadastramento ou recadastramento sob nenhum argumento.
3) Atenção no destinatário Recuse qualquer e-mail cujo o remetente seja desconhecido, ou que sua identidade levante suspeitas. Essas mensagens devem ser deletadas. Preste atenção em endereços falsos.
4) Pagamento Um das formas mais comuns de aplicação de golpes é a exigência de pagamentos antecipados. Certifique-se sobre a procedência do site e em caso de dúvida, contate a empresa através do atendimento on-line ou telefone fixo. Ao sentir qualquer desconfiança, não efetue o pagamento.
5) Dados pessoais Forneça somente seus dados pessoais como CPF e RG para sites reconhecidos e de procedência confiável. Em caso de dúvida da procedência do site, não forneça os seus dados pessoais
6) Participação de sorteios Todo sorteio deve estar devidamente regularizado através da Caixa Econômica Federal, do SEAE (Secretária de Acompanhamento Econômico) ou SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Recuse participar de sorteios de ofertas tentadoras e milagrosas, pois normalmente ações como estas são armadilhas para roubar dados e identidades.
7) Ofertas tentadoras Não aceite ofertas tentadoras via email , geralmente encaminhadas por logins falsos, que prometem prêmios instantâneos ou descontos especiais.
8) Programas de invasão Cuidado com mensagens beneficentes ou que contenham ../imagens de catástrofes, atos de barbárie, pornografia, acidentes etc que são enviadas para que sejam abertas. A curiosidade do internauta é explorada pelos falsários, com o intuito de aplicar golpes. Geralmente os arquivos com as supostas ../imagens carregam programas de invasão que se instalam ocultamente no computador do usuário, para posteriormente roubar senhas e dados cadastrais da pessoa.
9) Emails Não abrir anexos de emails vindos de desconhecidos ou mesmo de conhecidos mas com texto suspeito ou sem sentido. Leia as mensagens antes de clicar nos links. Esse tipo de mensagem contem muitos erros gramaticais. Se ficar tentado em clicar no link de uma mensagem, verifique antes se a extensão é um arquivo .exe ou .zip , ou se refere a um formulário. Caso positivo delete imediatamente a mensagem Exemplo : http://65.75.191.196/emailscan.EXE
Fonte: internetsegura.org
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 18h43
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Você sabe onde está sua identidade?
Você sabe onde está sua identidade? Roubo de dados pessoais escapa às soluções fáceis
As soluções para os roubos de dados pessoais não aparecem da noite para o dia, sobra pouca coisa para aliviar o sofrimento do consumidor, exceto, talvez, rezar para que sua identidade não seja roubadar.
Interessante artigo publicado no Universia que poderá ser lido clicando aqui
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 18h35
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A sociedade-espetáculo
A mídia transformou os fatos mais recentes da vida do ex-ministro das Comunicações _seu depoimento no Senado, cada pequeno trecho das gravações clandestinas, seus menores gestos e palavras_ num grande espetáculo. Esse complexo fenômeno, que explode os limites entre o público e o privado, tem contaminado com cada vez maior frequência o chamado novo mundo global. Basta lembrar o interminável episódio dos escândalos sexuais de Clinton ou, para ficar na realidade do nosso "mundo cão" tupiniquim, o "affaire" Ricupero, os programas de televisão tipo Ratinho e o estilo das recentes campanhas eleitorais. É curioso perceber que esse processo de contaminação do público pelo privado guarda semelhança com a deificação do consumo no mercado de massa, em que o fetichismo da mercadoria atinge uma excitação fervorosa e confunde num só plano o ser e o ter. A busca da felicidade, tornada objetivo alcançável, passa a se confundir _por assim ser oferecida_ com a compra de carro novo, TV digital ou tênis de marca. E um novo herói, do boxe, da Fórmula 1 ou do futebol, só pode ser reconhecido por uma embalagem original (sua própria roupa) coberta com emblemas das marcas famosas mundiais. Feuerbach dizia que nosso tempo prefere a imagem à coisa, a cópia ao original, a representação à realidade, a aparência ao ser. Considera sagrada a ilusão e vê como profana a verdade. O que nos deixa entregues a um esdrúxulo drama: a verdade _para muitos_ é a versão de alguns fatos, entre milhares de outros previamente selecionados por alguns, que é oferecida na telinha do noticiário noturno da TV. Essa discussão me lembra idéias premonitórias do filósofo francês Guy Debord, que morreu em 1994. Envolvido intensamente nos acontecimentos europeus de maio de 1968, ele achava que a dominação da economia sobre a vida social acarretou uma evidente degradação do ser para o ter, que agora avança mais, levando a um deslizamento generalizado do ter para o parecer. É o que chamou de sociedade-espetáculo. O espetáculo seria o momento em que a mercadoria (e eu incluiria a vida privada) domina todo o espaço social, invadindo-o por superposição contínua de camadas de mercadorias (e de fatos da vida íntima). De alguma forma, é como se o consumo alienado de bens ou de fofocas se transformasse no único instrumento de busca da felicidade ou de compensação pela sua ausência. Debord falava de um movimento de banalização que, sob a diversão furta-cor do espetáculo, domina a sociedade moderna, multiplicando na aparência papéis e objetos a escolher. Ondas de entusiasmo por novos produtos apoiados e lançados pela mídia propagam-se com rapidez, dominando a cena. O que me lembra as marcas e os ícones ironizados por Andy Warhol em múltiplos intermináveis de garrafas de Coca-Cola, latas de sopa Campbell, Marilyns e Mao Tse-tungs. Se ele pretendia um exercício de exorcismo, infelizmente, não foi eficaz. Ainda assim, sobram a cada indivíduo seus cinco minutos de glória ou de desgraça. Trata-se do consumidor real tornando-se consumidor de ilusões. A mercadoria torna-se ilusão real, e o espetáculo, sua manifestação geral. O ato de consumir, porém, contém a própria privação, já que nunca sacia. Dizia Debord: "A alienação do espectador em favor do objeto contemplado se expressa assim: quanto mais ele contempla, menos vive; quanto mais aceita reconhecer-se nas imagens dominantes da necessidade, menos compreende sua própria existência e seu próprio desejo. Em relação ao homem que age, a exterioridade do espetáculo aparece no fato de seus próprios gestos já não serem seus, mas de um outro que os representa por ele. É por isso que o espectador não se sente em casa em lugar algum, pois o espetáculo está em toda parte". Nunca os profissionais do espetáculo invadiram tanto o poder. Não entrarei em suposições sobre as motivações de Mendonça de Barros. Tenho a pretensão de conhecê-las bem e achá-las impregnadas de elevado espírito público. Também não julgarei seu estilo. Cada um tem o seu e precisa estar consciente de que pode ter de dar satisfações dele. Talvez seu engano tenha sido imaginar possível, como árbitro de um processo público, vingar um Estado habitualmente enganado por interesses privados. Espero que esses interesses contrariados e a volúpia irrefreável pelo espetáculo não tenham abatido a tiros o entusiasmo público de pessoas especiais, que, entre tantas mediocridades, talvez tivessem ainda muito a dar ao país.
Fonte: Gilberto Dupas (Folha de São Paulo - 27 de novembro de 19998)
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 12h04
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Espaço público. privado, intimo...
O aparecimento do espaço público está relacionado de acordo com Habermas à instituição da democracia na Grécia. Contudo, em antítese aos homens livres e iguais, apresentavam-se as relações de dominação e propriedade sobre os escravos e as mulheres.
O direito romano consagrou a existência do público (relacionado ao governo do Estado e às relações entre os particulares e o Estado) e do privado (direcionado às relações entre os particulares).
Na Idade Média, surge a comunidade, entendida como conjunto de espaços comuns subtraído à apropriação exclusiva do poder. Contudo ainda não se encontra uma clara distinção entre o poder público (legitimado pela autoridade divina) e o poder privado (autorgado enquanto privilégio feudal). O espaço privado adquire a feição de domínio derivado do público e concedido pelo senhor).
No Renascimento e no Barroco, o espaço público é está centrado na corte e na representação da sua faustosidade contemplada pelos súbditos. Para Habermas o espaço público constituiu-se historicamente, no século das Luzes. É o corolário de um processo crescente de estabelecimento de redes horizontais de dependência que, quebraram as relações verticais. Para o autor o espaço público intermedeia a sociedade civil e o Estado. Constitui um lugar aberto que reúne a presença de todos os cidadãos discutindo problemas de interesse geral e onde a opinião pública é fundada e formada. Esse processo só pode existir em liberdade democrática, podendo inclusive constituir um instrumento de pressão contra o poder do Estado.
O espaço privado transforma-se no direito do cidadão livre de defender a sua autonomia face à intervenção do Estado soberano, tanto no âmbito das idéias como na da vida pessoal. Além do público e do privado poderemos também referir o espaço íntimo que contempla a família.
Para Habermas o espaço público tem vindo a ceder face ao projeto cultural massificado imposto pela sociedade de mercado capitalista. Os indivíduos ficam “presos” de produtos mediáticos facilmente “digeríveis” e impossibilitados de expressar as suas opiniões e de contestar.
A expansão das novas tecnologias da informação comunicação e especialmente a Internet, permite de acordo com Cancline o ressurgir do espaço público, agora de dimensão potencialmente global e em que todos os cidadãos do planeta podem participar. Estabelecem-se de novo redes horizontais, quebrando-se a verticalidade do um para muitos dos mídia tradicionais.
Nos dias de hoje assiste-se a várias dimensões contraditórias. A cultura de massas estende o seu manto homegeniezador a todo o planeta na informação e no entretenimento. Por outro lado a Internet transforma-se no espaço público de todos os que têm acesso e estão alfabetizados para dela poderem tirar esse proveito, reforçando o espaço privado. O espaço privado tende a reforçar-se de que são exemplos a criação de ouvidorias e de serviços de atendimento ao cliente são exemplos. Contudo não poderemos confundir o espaço privado com a ilusão do cidadão em função dos interesses comerciais de satisfação do cliente. Assiste-se a um mesclar entre o espaço público o espaço intimo. Big Brother, revistas de sociedade e programas de TV, freqüentemente trazem para o espaço público a intimidade do cidadão, o que confunde as verdadeiras razões da existência do espaço público propostas por Habermas. A idéia do espaço público como exposição de opulência confunde-se com a criação de espaços míticos paradisíacos e de luxúria, onde os novos príncipes das luzes agora artistas do espetáculo se transformam em políticos, confundindo o público e intimo.
Autor: João José Saraiva da Fonseca
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 11h24
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COMPETENCIAS Y SABERES PARA LA SOCIEDAD DEL SIGLO XXI
Los profundos cambios producidos en la sociedad en los últimos veinte años han generado la necesidad de potenciar, además, otros saberes instrumentales: las lenguas extranjeras y las tecnologías de la información
En cualquier contenido, pero especialmente en lo que se refiere a las TIC y a las lenguas extranjeras, hay que partir siempre de la consideración de que la meta última de la educación escolar es desarrollar las capacidades que permitirán a los alumnos seguir y la comunicación (TIC).
Aprendiendo y utilizar lo que saben para vivir y convivir con los demás mejorando el entorno natural y social del que forman parte. Aprender lenguas y aprender los lenguajes de las nuevas tecnologías supone ante todo aprender a comunicarse con los otros, a comprender lo que éstos transmiten, a tomar contacto con distintas realidades y a asumir la propia expresión como modalidad fundamental de apertura a los demás.
Las TIC están incidiendo de forma significativa en la educación de los niños y los adolescentes. En el mundo de hoy empieza a ser tan necesario dominar las herramientas básicas de estas nuevas tecnologías como saber leer, escribir y contar. Las Administraciones educativas deben evitar que se produzca una discriminación en el acceso a las TIC que genere una nueva forma de analfabetismo. La escuela debe acercar a los alumnos la cultura de hoy y por ello es importante la presencia en las aulas, desde los primeros cursos, del ordenador y de otras tecnologías como instrumentos que faciliten el proceso de enseñanza y aprendizaje. Hoy es necesario pasar del aula de informática a informatizar las aulas. Pero para que esta presencia sea útil, es necesario clarificar sus funciones: las TIC son un medio de expresión, un canal de comunicación que facilita el intercambio de ideas y materiales y el trabajo en colaboración, una fuente abierta de información y de recursos, un medio didáctico y para la evaluación.
También hay que analizar las ventajas e inconvenientes de su uso desde la perspectiva del proceso de enseñanza y aprendizaje, tanto para el profesorado como para el alumnado. Entre las ventajas podemos destacar la motivación que produce en los alumnos; el desarrollo de su iniciativa al obligarles a tomar decisiones ante las respuestas del ordenador a sus acciones posibilitando un reajuste más rápido del aprendizaje a su propio ritmo; el aprendizaje cooperativo, ya que las TIC facilitan el trabajo en grupo y el intercambio de ideas; el desarrollo de habilidades de búsqueda y selección de la información o la mejora de las competencias de expresión y creatividad.
Pero también hay una serie de inconvenientes como la dispersión, al navegar por espacios de Internet que les pueden incitar a desviarse de los objetivos iniciales de su búsqueda; la pérdida de tiempo, cuando hay exceso de información disponible y falta de método apropiado en la búsqueda o los aprendizajes incompletos y superficiales, cuando se accede a materiales no siempre de calidad y a menudo descontextualizados.
También se debe señalar la ventaja que puede suponer para el profesorado disponer de estas nuevas herramientas para facilitar su planificación de la actividad docente y su práctica educativa. Así, estas herramientas son una importante fuente de recursos educativos especialmente útiles para la atención a la diversidad de intereses, motivaciones y capacidades del alumnado. Los materiales didácticos interactivos individualizan el trabajo de los alumnos, ya que el ordenador puede adaptarse a sus conocimientos previos y a su ritmo de trabajo. Pueden resultar muy útiles para realizar actividades complementarias y de recuperación en las que los alumnos pueden autocontrolar su trabajo. También, pueden liberar a los profesores de trabajos repetitivos, al facilitar la práctica sistemática de algunos temas mediante ejercicios autocorrectivos de refuerzo y pueden constituir un buen medio de investigación didáctica en el aula, al permitir hacer un seguimiento detallado de los errores cometidos y del proceso que han seguido hasta llegar a la respuesta correcta.
En cualquier caso, para conseguir que la incorporación plena de las TIC a los centros educativos sirva de manera decidida para mejorar el proceso de enseñanza y aprendizaje es necesario adoptar una serie de medidas que van más allá de la dotación a los centros y tienen que ir acompañadas de políticas de formación del profesorado y de elaboración de materiales en distintos soportes para desarrollar al máximo sus potencialidades.
Fonte: Documento Una educación de calidad para todos y entre todos elaborado pelo Ministerio de Educación y Ciencia espanhol.
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 11h12
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Para Ignacio Ramonet profesor de teoría de la comunicación audiovisual en la Universidad de Denis-Diderot de París e director del periódico mensual Le Monde Diplomatique:
El público tradicional de la televisión fácil, que era el adolescente, se ha alejado. 'Hoy día, por la aparición de vídeojuegos, de Internet y de los chats, en muchos países desarrollados -yo te estoy hablando de Francia-, los adolescentes de clase media y clase media alta, ya no ven televisión. La televisión es una actividad de ancianos, o sea de adultos. Ya tú no tienes un joven o una joven entre 14 y 18 años que mire la televisión. Sin embargo, se pueden pasar dos, tres o cuatro horas al día, tantas horas como antes pasaban en televisión, en Internet, donde esencialmente lo que hacen es intercambiarse mensajes con los amigos'.
Fonte: IGNACIO RAMONET Y LA DESAPARICION DE LA CULTURA EN LA TELEVISION (PRIMERA HORA, Puerto Rico - 19/04/2004 (Síntese de adaptação para fins didáticos de João José Saraiva da Fonseca)
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 21h04
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Videojuegos y conculcación de los Derechos Humanos
Los videojuegos son el artículo más regalado a niños y adolescentes en el último lustro tanto en la época navideña como en las festividades de cumpleaños y como premio por la consecución de buenos resultados académicos. La narración audiovisual de naturaleza hipermedia es la esencia de los videojuegos. La historia narrada linealmente en la que existía una introducción, un argumento y un final o desenlace, ha dado paso a la historia mosaico en la que el jugador activa distintas opciones cada una de las cuales abre una puerta a la sorpresa y al enigma. En muchos casos a través de estas puertas o túneles narrativos el niño o adolescente da vida virtual al “héroe” que lanzando “rayos láser”, “espadas mágicas”, “proyectiles” o “granadas” se defiende de los hipotéticos enemigos.
La esencia psicoemocional de este tipo de historias, la simbología subliminal que suelen contener, el alto grado de interactividad que permiten al jugador y el enorme poder seductor de las imágenes y sonidos tridimensionales, explican su gran capacidad de crear adicción. Ello está provocando un incremento alarmante del número de niños, jóvenes y adultos que padecen ludopatía – con los consiguientes trastornos de conducta- a causa del consumo indiscriminado y sin control de videojuegos.
El acceso de la infancia a los videojuegos suele estar poco controlado por los padres y abuelos y se realiza con frecuencia mediante la descarga libre de Internet, el acceso a salones recreativos (ciber), el intercambio de aquellos distribuidos por revistas especializadas y la compra en grandes almacenes y establecimientos especializados.
Argumentos antisociales y antieducativos se prodigan en más de la mitad de los videojuegos disponibles en el actual mercado navideño. Tal circunstancia ha llevado a Amnistía Internacional (España) a denunciar un año más, ante la opinión pública, a los fabricantes de estas historias electrónicas portadoras de valores antidemocráticos e irrespetuosos con los Derechos Humanos. En su último informe titulado “Con la violencia hacia las mujeres no se juega”, Amnistía Internacional hace una llamada a la sociedad civil para que no se regalen en estas fiestas aquellos videojuegos que “normalizan la violación de los derechos humanos de hombres y mujeres” (abusos sexuales a menores, violencia contra la mujer, ejecuciones extrajudiciales, ataques a la población civil, desprecio a la vida e integridad de las personas e incitación a la violación de los Derechos Humanos en conflictos armados),
Al mismo tiempo desde diversas instancias (asociaciones de consumidores, de padres y madres de alumnos, ONGs protectoras de la infancia, Red Civil de la UNESCO, etc.) venimos pidiendo a la administración que realice un seguimiento del grado de cumplimiento del “Código de Autorregulación Europeo” haciendo llamamientos a que lo incorporen no solo al envase, sino también en las etapas de desarrollo del videojuego, instando a las empresas que no lo han suscrito a comprometerse urgentemente a su cumplimiento. ...
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 19h52
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Novos analfabetos...
O projeto PC Conectado incluído no Programa Brasileiro de Inclusão Digital cujo início decorrerá em maio de 2005, baixará o preço dos computadores PC estando previstos preços de 50 prestacoes de 30 reais por mes.
Entretando Nicholas Negroponte e Seymour Papert anunciam um projeto que baixará para o ano o preço dos notebooks a 100 dólares (300 reais).
A inclusão digital tem condições para avançar a todo o vapor.
Teremos agora de cuidar dos novos analfabetos. Que interessa ter acesso à máquina se depois não sabemos o que fazer com ela senão utilizá-la para jogar, máquina de escrever, namorar em bate-papo ou ler abobrinha. Ou se ainda vamos estar sujeitos a novas e mais reluzentes formas de exploração comercial, sem termos consciência disso. Vítimas inocentes....
João Fonseca
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 19h48
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Webcams e chats de áudio aproximam casais
ENCURTANDO DISTÂNCIAS Webcams e chats de áudio aproximam casais
Nem só de sites de relacionamento vivem os apaixonados virtuais. Os programas mensageiros instantâneos e de voz sobre IP (VoIP) vêm ganhando cada vez mais simpatizantes e contribuem para diminuir a distância física no mundo virtual.
Serviços como o ICQ oferecem muito mais do que um programa para mensagens instantâneas. Por meio do site, é possível encontrar pessoas que dividem os mesmos interesses ou são da mesma faixa etária, como em um portal de relacionamentos. ‘‘A vantagem é que se pode ver a outra pessoa usando webcam’’. Pode utilizar o ICQ, MSN Messenger e Yahoo! Messenger para conhecer novas pessoas, e inclusive namorar, via Internet.
Soluções como o Skype, que permite a realização de ligações telefônicas utilizando um PC, crescem em popularidade entre os casais virtuais. Com o software é possível realizar ligações gratuitas entre dois computadores e ligações para telefones fixos a preços reduzidos.
Uma boa parte das pessoas que procuram os cursos de informática da Universidade Sem Fronteiras, querem aprender a usar a Internet para manter contato com pessoas distantes, até de outros países. Esse público tem à sua disposição uma gama de novas tecnologias que facilitam o contato entre pessoas que, de outra forma, estariam distantes entre si. É o caso das webcams, pequenas câmeras de vídeo que permitem ao usuário transmitir suas imagens via Internet, como uma videoconferência.
Fonte: Diario do Nordeste - 18 de abril de 2005 (adaptado para fins didáticos por João José Saraiva da Fonseca)
Escrito por João José Saraiva da Fonseca às 10h36
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